Bonjour!
Hoje, através de uma postagem que penso ser de um spam, lembrei que tinha este blog e pensei: por que não?
Pois é, acordei com a ideia fixa de querer fazer uma tattoo que há tempo venho ensaiando fazer. Mas como a coragem quando ia sozinho nunca me acompanhava, agora irei com meu amigo Zeka Barros. Ontem teve até sessão fotográfica dos protótipos que queremos. Tomara que saia melhor do que imaginamos.
Daqui a pouco volto com fotos de como ficou. Agora vou acabar de organizar alguns papeis enquanto estou de férias e esperar mozão acordar para irmos à academia fazer o teste físico. 2013 promete!
xoxo

O bom de ficar em casa...

Nossa, como é difícil voltar a blogar depois de tanto tempo. As palavras fogem, o assunto falta... só resta a motivação mesmo em querer escrever.
Quando criei esse blog queria na verdade fazer dos posts, depois de um tempo, um livro. Estilo sex and the city. Mas ta difícil viu...rs.



vida nova...

futebol, apartamento, alunos... palavras que antes não faziam parte do meu vocabulário e muito menos da minha vida. pois é, fazia, pois agora, com minha nova vida, graças a D-us tudo mudou! e pra melhor, claro.

agora casado. sim, me lancei na vida matrimonial. quem é a pessoa? não não é a minha ex namorada. agora é um homem e irei trata-lo aqui como Mozão, o homem que mudou a minha vida. e vai ser esta nova vida que será o tema dos meus futuros post que pretendo um dia resumi-los em um livro.

bom recomeço e desculpe a demora!

Já parou para pensar em seu trabalho e nas pessoas que o lê?

Pra falar a verdade acho que nunca fui de parar para pensar nisso. Mesmo porque, mesmo já tendo ouvido que meu texto é bom nunca me convenci de que esse é lido por muitas pessoas. E muitas delas até desconhecidas a mim.

Pois é, mas ontem, durante um ensaio, acabei tendo a conclusão contrária do que venho pensando. Uma colega e companheira de micos pagados dentro da igreja me falou que as vezes entra no meu blog. Até ai a idéia é assustadora porém não muito preocupante. Na verdade o que me deixou mais velho é o fato de eu não estar atualizando meu espaço online.

Como um bom jornalista creio que motivos mil iria trazer agora para justificar essa atitude que não poderia ser chamada de outra coisa a não ser preguiça. Até poderia jogar a carta de que ``todo jornalista é enrolado mesmo``, mas isso não caberia ao problema aqui discutido.

A verdade é que, pelo menos eu, não damos muito crédito ao que fazemos. Ou ate mesmo não temos muita fé no nosso serviço. Parece meio que inicio de conversa de auto ajuda mas não é. Fale a verdade: durante um lanche, passeio no centro ou ate mesmo durante o banho, quantas idéias maravilhosas que não te passa pela cabeça? E se você responder nenhuma com certeza a sua falta de fé em si mesmo esta bem pior do que eu imaginava.

Eu mesmo penso em várias coisas. Já sonhei em ser chefe de cozinha ou apenas um padeiro que faz o que gosta. Já pensei em abrir uma loja de confecções e criar várias bolsas e roupas com estampas bem legais. Já pensei em ser engenheiro civil ou ate mesmo um arquiteto renomado com cursos no Egito e trabalhos reconhecidos na Inglaterra. Já pensei em ser marceneiro e fazer móveis tão aconchegantes que te faria nunca querer sair de dentro da minha loja. E como sempre, já pensei e ainda guardo um pouco de esperança neste pensamento de ser um jornalista ou editor de uma revista de comportamento. Sonhos impossíveis? Irreais? Não sei, mas se você tiver como base as minhas atuais atitudes quanto a esses sonhos creio que você pode acreditar ser mais fácil passar um camelo pelo buraco de uma agulha.

E as vezes essa falta de atitude para começar ou ate mesmo continuar tocando esse sonho pra frente acontece com pessoas que muitos as consideram grandes. Este post, por exemplo, me veio como um estalo logo após ter visto a abertura do famoso desenho ``a caverna do dragão``. Acredito fielmente que não tenha uma pessoa se quer, com mais de 15 anos, que nunca tenha visto esse épico dos anos 90 e talvez até 80, já que não me lembro ao certo a historia da criação do desenho. Durante a abertura, logo embaixo do nome do capitulo diário da aventura de seis jovens que ao embarcar em uma montanha russa acabam caindo em outra dimensão designados a combater monstros e feras do campo, aparece o nome do autor ou escritor. Eu não lembro agora o nome do camarada, mas creio que começa com a letra j.

Sempre via esse desenho quando eu era mais novo e sempre gostei. Mas como eu era criança e só queria saber de diversão nunca me preocupei em saber qual era o primeiro capitulo e o ultimo daquele desenho. Pra falar a verdade eu nem sabia que desenhos tinha inicio e fim. Só sabia do desenvolvimento. Mas depois de grandinho minha amiga Paolla chegou com um dvd com todos os episódios da caverna do dragão. Claro que esse dvd não veio do nada. Antes, se eu não me engano, devo ter conversado com minha namorada e durante nossos papos de ``como era bom na nossa época de criança, as coisas eram melhores e bla bla bla``(e olha que só temos vinte e poucos anos...rs), acabamos comentando sobre esse desenho e sobre nunca termos visto se os jovens voltavam ou não para a casa deles. Depois acabei navegando na Internet (esse termo definitivamente deveria ser substituído por um menos brega) e descobrindo que como Déb e eu haviam várias pessoas que estavam interessadas no assunto. Em algumas comunidades do orkut pessoas expunham eni motivos pelo fim do desenho.

Alguns falavam que não houve mais verba, outros que o desenho não fez sucesso no seu país de origem o que acabou levando ao fim das produções, outros se não me engano falou que o desenho acabou inspirando um jogo ou o jogo inspirou o desenho. Enfim, só sei que depois de muitos cliques acabei achando o roteiro do episodio final de o caverna do dragão. Desconfiando ser alguma obra de um fã fissurado que quis expor o seu fim da historia, li com um pé atrás. Mas sendo ou não obra a obra verdadeira o fim seria algo fantástico.

Como esta pessoa que vos escreve tem apresentado uma memória muito curta, o que lembro do texto tido como o final era que no final descobriu-se que o Vingador era um príncipe, filho do não esperado Mestre dos Magos. Ele e sua irmã acabaram indo contra as idéias do Mestre e de alguma forma que eu não me lembro como acabaram se juntando a um carinha do mal. Nisso o mestre dos magos meio que raptou os seis jovens do nosso mundo para o mundo dele a fim de acabar com o mal espalhado pelo Vingador. Mas claro que o intuito do Mestre não era acabar com o filho. Mesmo porque isso é percebido durante um episodio, ``o cemitério dos dragões`` se não me engano, em que os jovens tem a oportunidade de matar o Vingador e não o faz. E quem mostra desde o principio que não queria que isso fosse feito é o pai do chifrudo de um chifre só.

Enfim, só sei que no capitulo final que eu li os jovens ficam sabendo disso tudo e durante uma batalha final o vingador acaba se redimindo e voltando a ser um príncipe bonito. Os jovens enfim tem a oportunidade de voltar para casa e ao mesmo tempo são convidados pelo vingador para ajuda lo a combater todo o mal que havia naquele mundo (que boa parte ele mesmo ajudou a espalhar...rs). o que eles decidem? Bom, ai você vai ter que pesquisar e saber.... brincadeira! Pelo o que eu li eles decidem ficar, o que acaba rendendo mais duas ou três temporadas ao desenho. Seria ou não seria fantástico?

Pois é, assim como os outros fãs eu fiquei desolado em saber disso. E olha que fui descobrir isso tarde em relação ao tempo em que a comunidade onde encontrei essas informações foi criada. Mas mesmo assim é uma perda e tanto não poder ter mais pelo menos uma temporada dessa aventura. Se esse povo não olhasse tanto para os Estados Unidos na época e visse que em outros países o desenho estava fazendo sucesso, era perigoso hoje o rumo de várias infâncias ter sido diferente.

E nem adianta falar que isso é viagem minha pois não vai me dizer que a fama dos desenhos japoneses que temos hoje não começou pelos inúmeros heróis que entreteram as tarde diariamente das crianças pela extinta rede Manchete? Bons tempos aqueles. E não porque eu acompanhava o campeão de audiência cavaleiro dos zoodiacos. Eu gostava mais de ver sailor moon. Mas nem por isso que a época era boa. Era porque tínhamos tantas opções boas de desenho que nada do que é mostrado hoje poderá nem chegar aos pés. E viu como isso interfiriu e muito no pensamento dos jovens de hoje? Quantos não ficaram loucos pelas produções japonesa que decidiram seguir isso como carreira? Ai a gente tem a valorização e crescimento da profissão do designer. Seja ele gráfico ou web. E isso ajudou tanto para a concepção de mundo que temos hoje como a grande aldeia global. Nossa, se formos nesta viajem de pensamento iremos ficar maravilhados com esse dominó que é o tempo e a humanidade (mas infelizmente meu vizinho maconheiro não esta muito afim disso, pois enquanto escrevo esse texto o abençoado esta ouvindo um funk horrível nessa caixa de abelha que ele chama de som...hunf!).

Consegue ver o ponto central de tudo isso? Sonho! Atitude! Todos aqui citados tinham um sonho e correram atrás. Acreditaram em seus trabalhos e lutaram por ele. Outros não foram ate o final mas mesmo assim motivou outros a correrem (durante minha randômica busca por informações sobre o desenho caverna do dragão, o que sempre constatava é que o desenho foi um dos propulsores dos atuais jogos de RPG. Engraçado né?). mas o que não devemos nunca é desistir de sonhar. Mesmo que nem sempre você irá investir atitudes a esses pensamentos. Mas ter um sonho e poder correr atrás dele é algo sem duvida desafiador e que no final traz uma recompensa inimaginável!

Eu vou tentar correr atrás dos meus sonhos. Ou pelos menos tomar algumas pequenas atitudes para o fazer real. Escrever no meu post é uma das atitudes que posso começar a tomar. Meso porque, já viu um jornalista que não escreve nem que seja um texto por semana? E também, depois que descobri que meu blog pode ser listo por alguém que nem posso imaginar, a responsabilidade meio que pesou e me motivou a escrever sempre que vier uma idéia bacana.

Agora estou sem Internet, mas assim que eu tiver a oportunidade de colocar esse texto que pelo visto é enorme na rede, eu farei.

este texto foi escrito na manhã de 03 de dezembro de 2009

torre de babel

Desde que fiquei sabendo da historia da torre de babel sempre me pergunto: como os povos conseguem se comunicar hoje?

Sei que fui criado na igreja e tudo mas ate hoje não sei ao certo se realmente tentaram criar uma torre que chegasse até a D-us. Pelo menos não me foi apresentado isso na bíblia. Mas já que como castigo o Criador acabou colocando cada um falando uma língua diferente para que houvesse confusão entre eles, como esse povo, ao longo dos anos e séculos conseguiu entender um ao outro?

Nem sei se isso é resultado de muito trabalho ou muito estudo ou dos dois juntos. Pois imagine você agora lá na Rússia? Serio. Apesar de todo esse jogo de corpo que o brasileiro tem, como você falaria para uma atendente de livraria que gostaria de um livro de ficção cientifica? Ou melhor, como você faria para pedir a uma moça que trabalha em uma papelaria uma folha de cartolina sem poder mostrar a folha? Ta vendo, são coisas banais mas que me faz ficar pensando sempre quando desço o morro que antecede a passarela que separa o bairro vila rica do bairro que é próximo ao meu.

E sabe o que me motivou a escrever este post? O fato de uma pessoa não poder ter comentado em meu blog pois não achou a tecla para escrever o underline na hora de preencher o email. Como um sinal deste aqui _ pode separar ou ate mesmo abortar o pensamento entre duas pessoas? (e o pior, imagine você pedindo orientação ao dono de uma lan house na Rússia sobre como escrever o underline...rs).

Pois é, esse negocio de língua é engraçado. Teclado de computador também, pois obviamente o dispositivo muda suas teclas de acordo com cada nacionalidade. Da Espanha e outros países de língua espanhola, por exemplo, temos a opção do ponto de interrogação de ponta cabeça. Na Alemanha temo o u com trema. No Brasil temos o c cedilha. E nos demais países que não tive nenhum contato com a língua ou com um computador vindo de lá creio que vários outros detalhes fazem parte do teclado (nem tente imaginar o @ no teclado japonês. Se eu não tivesse decorado aonde fica o nosso, nunca iria mandar um email pela máquina da terra dos yamamotos e yoshiros...rs).

E é um saco mesmo essa coisa de teclado de outro país. Talvez não para eles, pois como a tecnologia e economia são um pouco mais avançados que o nosso, acaba que muitos não compram ou não ganham computadores de outros países. Já no Brasil, mais exatamente em Valadares city, o que mais ocorre é isso. E o trem é tão comum que na duvida em achar aonda fica o ponto de interrogação no teclado da terra do tio sam o que não falta é comunidades e debates na Internet explicando como fazer. Ate tutorial com todas as teclas tem (pra quem ainda na sabe, pra fazer o interrogação em um teclado de computador que veio dos Estados Unidos ou de língua inglesa mas que foi formatado para o português, basta aperta as teclas...ixi, esqueci..rs...acho que é crtl + w + v).

Que dificuldade, não? É um porre esse trem de outras culturas interferindo na nossa. Claro que tem coisa que eu gosto nessa miscelânea toda. Ainda mais as coisas que são trazidas para a cultura jovem brasileira através dos seriados nortes americanos. Gossip girl então pra mim é um dos melhores formador de opinião. Claro que pra toda regra há uma bruta de uma exceção. Em gossip por exemplo o efeito colateral é um bando de adolescente sem noção tentando vestir e se encaixar no que é comum lá. E as que se dizem mais autenticas ainda buscam piorar a coisa botando o dedinho de Midas nela e alterando um pouco o look dito como casual. Sangue de obama tem poder mas vocês não fazem noção do quanto ridículo pode ser isso.

Eu previno meus olhos de coisas do tipo, evitando ir em estréias de filmes água com açúcar e dentinhos de vampiros que muitos adolescentes e até marmanjos velhos gostam. Mas mesmo assim ainda vemos verdadeiros porcos lançados as pérolas no meio da rua. Sim, pois a moda e a tendência é boa. Ruim são os que erradamente os seguem.

Ontem mesmo andando com minha namorada comentei com ela, logo após ter visto um exemplo, de como colete não é pra todo mundo. Ela concordou ao ver o exemplo visto por mim. Depois vimos uma pessoa que ficariam muito bem de colete mas que não parecia nem ligar pra moda. E depois, para a nossa redenção vimos uma pessoa que tanto combina como usou um colete perfeito. Esse treco é muito perigoso.

Lendo isso me pergunto: será que essas pessoas não conseguiram entender realmente a língua do outro? Será que eles ainda estão em uma torre de babel com um underline cortando esta linha tênue que é o bom senso ao se vestir?

Interessante isso, pois nos leva a pensar que as vezes, se formos olhar para esse lado da língua, muitos conflitos são causados por falta de entendimento da língua do próximo. E ai língua deixa de ser apenas um instrumento de entendimento entre pessoas e se transforma em um pensamento comum. A partir do momento que eu brigo com alguém eu deixo de querer ter uma só língua e começo a ter a minha língua, defendendo o meu pensamento.

Talvez o homem não conseguiu desfazer o que foi feito por D-us. Ainda somos separados por várias línguas. Somos uma multidão em uma torre chamada mundo falando variadas línguas e muitas vezes a defendendo com o sangue. Quer seja ele vermelho ou cor de petróleo.

E se viajarmos mais um pouco na maionese podemos até associar a característica de cada língua com a personalidade dos que a falam. As línguas latinas são mais rebuscadas, possuem mais detalhes e até exclusivas na forma de expressar um sentimento que só tem aqui: a saudade. O que faz com que sejamos visto pelos outros como um povo quente, acolhedor, sensual...caliente. O inglês é mais seco, direto e sem rodeios. E os americanos são assim: não defendem suas idéias com o corpo como fazemos por aqui, eles são mais do argumento, da palavra. E só porque a língua deles é a considerada a universal eles se acham os donos do mundo.

O francês eu considero como uma língua mais sussurrada, mais cantinho do ouvido ou ate mesmo mais intelectual. E sem duvida o povo francês é inteligente sim. Meu sonho é ir pra lá. O alemão tem tanta regra assim como o próprio nativo da Alemanha. Quando durante a faculdade tentei me aventurar na arte de aprender a língua da Bavária, ouvi tantos casos que me desmotivou ainda mais sobre lá. Pra mim regras não são as coisas mais legais do mundo. Já o italiano é a língua cantada do povo que a canta gritando. Pavarotti que o diga!

Mas tento cada um tempero essencial para a convivência em harmonia, por que não junta lãs todas? Por que não criar um só pensamento, uma só língua?

E qual seria essa língua? A sua mesmo. No momento em que respeitamos a língua do outro e a entendemos, nos fazemos sensíveis ao que nos rodeia e nos fazemos fortes e responsáveis ao ponto de continuar com a nossa língua mas sem invadir a língua do outro. Sacou? É mais ou menos aquela idéia central que vinha sempre naquelas estorinhas contadas quando éramos criança com o intuito de nos fazer pessoas melhores quando grandes.

Nada de língua universal. Por que entre duas pessoas deveria ter uma terceira língua para que se conectassem? Por que as duas não podem se entender com as suas próprias línguas?

É algo a se pensar neste final de ano quando comemoramos uma data comercial trazida por outras culturas. E o pior, já parou pra pensar por que dos pinheiros no Brasil? Por que não enfeitamos um pé de pau-brasil, araucária, castanha do pará, ipê ou até mesmo de eucalipto que se assemelha bem com o pé de pinheiro? Fiquei me questionando isso enquanto andava pelo centro.

Good romance

Sabe aquela sensação gostosa do primeiro beijo, primeiro amor? Aquele sentimento que levamos horas ou ate dias para absorver totalmente para então começarmos a viver um pouco mais livres e ate mesmo de forma diferente, movido pelo novo? Pois é, há tempos que não sentia isso. E pra falar a verdade pensei que não voltaria a sentir isso pela musica pop em 2009.

Desde oops...i did it again que eu não me sentia enfeitiçado por uma cantora pop internacional. Claro que aproveitei muito e de tudo durante esse intervalo de tempo, mas essa impressão sempre foi passageira. Ate que conheci jump e a nova versão de like a virgin. Ai vi que tudo poderia ser reinventado.

Mas em 2009, não pude (e creio que você também) deixar de parar para ouvir e ver paparazi. Em todas as suas versões e formas. E ainda questionei: o que será que ela ira fazer agora de diferente? Porque sim, eu acreditei que nada de melhor poderia sair. Pra falar a verdade eu não acreditei que algo melhor pudesse ser criado no universo pop contemporâneo, pois ca pra nos, estamos na era da informação e fazer com que algo dure mais que um post ou mil visualizações no youtube é coisa de um phd em musica pop.

E graças sejam dadas a Lady Gaga que conseguiu isso!

Bad romance é mais que um hit. O clipe é perfeito e nem há como explicar de onde vem tanta criatividade e inovação para tudo aquilo.

Sim, pois fora as dancinhas meio thriller e as roupas que já nem posso falar que são referencias bjorquianas pois o freak fashion já se tornou a marca da nossa new queen, não há nada que pareça com o que já vem sido criado.

Pois shakira por melhor que seja, depois que sumiu tentou beber da mesma água de Madonna e lançar o clipe loba quase que idêntico ao hung up da quase destronada rainha.

A mais nova psudo crista tem se importado tanto em alavancar o menino do rio pseudo messias que ate colocou o mosca morta em seu clipe. Clipe de um hit muito bom de ser dançado, mas que com o tempo fica enjoativo.

Britney, coitada, se tornou uma verdadeira atração circense.

Christina aguilera sumiu mesmo.

Falo nada viu. Esse povo parece não dar valor a fama que tem.

Confira ai, Bad Romance.

Ai que vontade de comer macarrão





Gente, descobri que nossa musa pop Lady Gaga é hermafrodita. O que isso realmente pode mudar na vida de alguém? E que importância realmente isso deve ter?

Sei lá, sempre pensei (ou pelo menos depois de um pouco de experiência) que sexo e opção sexual são coisas que realmente só interessam a quem tem ou esta fazendo. Sempre achei uma verdadeira palhaçada essa coisa desses adolescentes que causam a maior bagunça dentro de casa ou inimizades com colegas por, como dizem, ‘’saírem do armário’’. Gente, se o trem dá tanto trabalho assim, volta pra lá!

Se o cara ou a mulher gosta de dormir com gente do mesmo sexo, que faça isso na dele. Por que a família tem que ficar sabendo disso? Pra aceitar? Ou você acha que a cabeça da década de 70 da sua mãe vai aceitar numa boa você levar seu coleguinha pra dormir na sua casa e no meio da noite ouvir barulhos vindos do seu quarto que ela preferiria ser surda do que ouvir aquilo?

Sei lá, sem pressão nem nada, mas acho que cada um cuida do que carrega em suas under pants, ok?!

Voltando à vida normal, to numa emboscada. Criada por mim mesmo, claro. Domingo irei fazer uma prova do concurso da policia militar. De coração: não to nem um pouco afim de passar. Assim como não estou nem um pouco afim de continuar aqui. Acho que a preguiça (lado a) tem me pegado de vez nos últimos dias. E como sempre coloco a culpa nos seriados. Nossa não tem coisa que me fascina e me prende mais que essas telenovelas norte americanas.

E por falar em telenovela, alguém por favor me avise quando a globo resolveu renovar a frota de atores do horário nobre, pois aquela viver a vida só é boa por causa da atuação dos atores mais velhos de casa. Nossa, aquela morena que eu esqueci o nome esta atuando muito mal. Ou as modelos são muito sem sal e açúcar (e falo isso sem nenhum trocadilho bulêmico ou anorexico). Nossa, a outra atua mal também mas pelo menos da pra acreditar um pouco mais.

Mas nem sei se realmente elas que estão muito ruins ou por ver de mais produções de fora acabo exigindo das produções nacionais a mesma qualidade. Se você só vê novela das oito, por favor me dê a sua opinião!

E eu tenho colocado bastante fé que essa novela vai ser legal. Pelo menos pelo o que os atores estavam falando. Ate pensei que as novelas poderiam ser lançadas em versões impressas mais tarde para quem não teve paciência para as péssimas atuações poder aproveitar a estória.

Bom, sem mais nada pra falar, deixo essa imagem em homenagem ao meu amigo DanDan. Depois passem no blog dele e veja uma tirinha sobre o blogueiro que ele deixou fazendo referencia à minha pessoa...rsrs.


Bit+

Seja você!




Meio que por indicação do blog do Christian pior, baixei o livro o eneagrama. Fala de uns trem que não acredito. Só que tinha uma parte que define a personalidade de cada pessoa por um numero. O do Christian é 4. o meu é o dois. Até aonde li sobre o meu numero, a autora, Helen Palmer definem as pessoas ‘’dois’’ como doadoras, que se preocupam mais com o bem estar do próximo do que com o dele e que isso acaba satisfazendo a pessoa doadora. Mas a pessoa que dá também quer receber em troca e quando isso não acontece, ela se sente mal.

Além disso o livro diz, entre outras coisas, que as pessoas ‘’dois’’ tendem a ter vários eus. Um eu pra cada amigo e quando acontece de todos os amigos dessa pessoa estarem reunidas num mesmo lugar, ela acaba ficando confusa em não saber qual ‘’eu’’ interpretar.

O livro conta mais coisas que não vou entrar em detalhes aqui. Depois você vai lá no 4shared e baixa. Mas o engraçado é que no começo eu não concordei com muita coisa. Ate agora ainda enquanto leio não concordo. Mas essas coisas dos vários ‘’eu’’ acaba sendo uma verdade. Achei tão estranho alguém que nem conheço vomitar essa verdade na minha cara da forma mais nua e crua.

Mas foi bacana saber um pouco dessa personalidade que a autora me ‘’impôs’’ pois dá pra usar isso como arma de defesa. Sim, pois sabendo dos erros e defeitos que as pessoas ‘’dois’’ possuem fica mais fácil se policiar (ainda mais que esse grupo de pessoa tende a não se encontrar ou saber quem é, já que possui vários papeis).

Confesso que para cada amigo sou um Ricardo. E não sou falso. Apenas me adapto um pouco mais a vontade de cada amigo e assim possuo uma amizade bem melhor. Com alguns tenho certas brincadeiras que perto de outros me sentiria ridículo em fazer.

Mas ultimamente esse meu circulo de amigos tem diminuído cada vez mais. O que não me força a ter vários papéis. Na verdade, os que sobraram conhecem todos os meus ‘’eus’’. E isso é bom. E ao mesmo tempo me deixa preso.

Bit+

p.s.: na foto, a vocalista da banda The Gossip. Conheci a banda em minhas randômicas pelo youtube. A achei bem autentica. Um dia ainda serei corajoso que nem ela.

A primeira a gente nunca esquece

Acabei de ler um ensaio sobre um livro que de tão simples parece ser interessante: ‘’primeiras vezes’’. A obra, que consiste de 80 textos das mais variadas personalidades, conta um pouco da primeira vez inesquecível de alguém. E não pense você que só se trata de sexo. Pelo contrário. A nossa ex garota de programa e escritora Bruna Surfistinha escreveu, segundo o jornalista, um texto sobre a primeira vez que deu autógrafo em uma bienal. Isso me fez pensar: qual primeira vez mais te marcou? Ou quais as primeiras vezes que ainda ficam na sua memória?

Entre as minhas estão:

-minha primeira demissão: na verdade não sei se posso considerar demissão, já que eu era estagiário. Mas lembro que foi horrível! Era véspera do meu aniversário e eu estava todo feliz por estar no terceiro período da faculdade de jornalismo e já estar estagiando em um veículo de comunicação de mídia impressa. Se não me engano, foi numa sexta feira. Tudo ocorreu perfeitamente, reunião de pauta e tudo. Logo depois uma funcionaria do RH chamou o meu amigo de classe e eu para uma conversa. Ai ela soltou a bomba, se justificando no fato de ainda estarmos muito inexperientes para o cargo. Meio em choque, reagi da melhor forma: fiquei quieto, agradeci a oportunidade e aceitei a promessa de que logo logo seria chamado para novamente compor o quadro de jornalistas. Já meu colega não fez o mesmo. Talvez ele tenha pensado mais rápido ou nem tenha pensado. Só sei que ele achou ruim, pois a nossa editora estava elogiando o nosso trabalho. Chamando o povo de falso, ele saiu de lá nervoso.Depois desse dia prometi a mim mesmo que essa situação iria se inverter e que ao invés de eu precisar deles, eu faria com que eles precisassem de mim. No final do quarto semestre fui chamado novamente para estagiar lá. Comecei no caderno de cidade. Em pouco tempo passei para o de economia no qual tive um dos melhores editores que já conheci. O cara me dava uma liberdade tão grande que fez com que meu texto e minha auto estima ficassem nas nuvens. Teve edições que fechava a primeira página do caderno de economia. Até o próprio pessoal do jornal me elogiava. Depois da demissão desse meu editor fui transferido para o caderno de política. Como o assunto nunca foi do meu agrado e a editora não era lá das melhores, acabei pedindo pra sair. E com a mesma funcionária do rh e na mesma sala eu vi meu pensamento se concretizando: ela pedia para que eu não saísse, me dando opções de mudança de caderno e tudo. Mas inflexivelmente eu saí de lá, sem ao menos ficar uma semana a mais até que encontrassem outro estagiário. Sai de cabeça erguida e feliz.

-meu primeiro dinheiro às custas do meu suor: na verdade eu nem suei. Eu era criança, tinha uns nove anos se não me engano. Meu tio pediu que eu lavasse o carro dele. Como recompensa, ele me daria 30 centavos. Depois de lavar o carro fui correndo com meu dinheiro na mão ao butiquim do sr. Zezim. Comprei uma tesoura bem simples de cabo verde claro transparente. Nem lembro se usei muito essa tesoura, mas a tenha até hoje guardada, com parte do metal enferrujado.
p.s.: parece ser mentira, mas naquela época estava em ascensão os produtos da china e o real era uma moeda forte. E a tesoura não era lá uma Brastemp...rs.

-minha primeira revista sobre moda: lembro que tinha acabado de sair do estagio no inss e passei por uma banca. A do rui se não me falha a memória. Ao ver a revista caras edição especial inverno 2008 fiquei curioso querendo comprar. Depois que comprei, sai folheando a revista no meio da rua. Nossa, me lembro como se fosse agora, a sensação maravilhosa que tive ao ver todas aquelas páginas recheadas de fotos de roupas e mais roupas que para mim, eram verdadeiras expressões de arte. Não sentia o chão enquanto folheava e o pensamento que tinha é que eu era a pessoa mais importante daquele momento por possuir em minhas mãos aquela revista. Me senti assim por um bom tempo. Depois disso comecei a comprar as revistas vigue Brasil, vogue passarela e a vogue homem, que tinha na capa da edição de dezembro o ator Wagner moura, na época famoso por ter interpretado o capitão nascimento do filme tropa de elite. Bons tempos aquele.

-minha primeira vez: essa divido em três partes. Parte um, foi na casa da minha mãe. Lembro que por algum motivo minha mãe não estava lá. Então fomos para lá já bem tarde da noite e ficamos por um bom tempo, morrendo de medo que alguém chegasse. ficamos no chão da sala. Essa foi inesquecível. Parte dois, foi na casa da pessoa. Foi na sala também, só que dessa vez foi no sofá. Na hora foi tudo muito rápido, mas a sensação de quero mais durante o caminho para casa foi boa. Parte três, foi no quarto dela. O mais engraçado é que não tinha porta, só uma cortina separando o quarto da sala, aonde estavam a mãe e o irmão. Também foi tudo muito rápido, mas quando fui embora parecia um bobo. Estava com um sorriso na cara que dava até vergonha. A primeira coisa que fiz foi mandar uma mensagem para um amigo falando que a saga tinha terminado. Bem macho...rs.


e você, qual fato lhe marcou mais?

Eis que ele volta

Depois de um final de semana na roça com namorada e amigas o desespero de não estar trabalhando volta. Como é horrível essa sensação.

Sobre a roça: foi bacana de mais. Cozinhei no fogão à lenha. Acabei colocando em prática a mini aula que tive de como fazer um arroz que não grudasse um no outro e deu certo. Até em fogão à lenha, que é uma coisa que você não tem controle quanto à temperatura. Mas foi muito bacana. a única coisa ruim é que quando você, em um grupo, se dispõe a cozinhar uma vez acaba virando um rito fazer isso sempre.

Amo cozinhar, mesmo não sabendo fazer muitas coisas. O simples fato de seguir receitas e dá certo no final me deixa muito feliz em ficar na cozinha. Ao contrário de muitos, prefiro lavar a cozinha do que o banheiro, parte da casa que já lavei demais quando era criança. Quando cozinho acabo colocando tudo o que sinto na comida e isso acaba refletindo no gosto final.

Conseqüentemente, quando cozinho meio que ‘’forçado’’ acaba que interfere no produto final. As vezes não fica la grandes coisas. Mas as vezes a situação se inverte no meio de campo.

O bom é que nessa labuta não fiquei sozinho. Paolla me ajudou na roça com o almoço e janta. Não que eu tenha feito tudo sozinho. Mesmo porque o pai dela que deu o toque final no almoço do sábado. Mas sei lá, é chato fazer tudo sozinho. E outra, na hora de descascar cebola sobra sempre pra mim.

Enfim, hoje, na segunda a tarde, após ter dado um up no pc com um novo anti vírus, fico apenas com a mão cheirando a cebola como forma de lembrança.

...

tenho pensado seriamente em sair do país. Acho que é a válvula de escape de todo valadarense. Não sei se alguém já sentiu isso, mas é terrível a sensação de ficar em casa sem poder fazer nada e com o povo falando na sua cabeça sobre emprego, te chamando de vagabundo e tal. Tudo acaba te irritando. Seus amigos saem e te chamam e é horrível não poder ir. Se bem que deixar de ir eu nem me importo tanto, o ruim é a insistência deles em querer te levar mesmo sabendo que você esta sem grana. Se depender de dinheiro de família já é humilhante, imagina de favores financeiros de amigos?! Péssimo!

E o ruim que realmente eu não tenho mais pra onde correr. O que gosto mesmo não tem mais vaga em gv: jornalismo impresso. Tv tem vaga aos montes e eu além de nem ter feito estágio nessa área não levo jeito mesmo. Já tentei e não deu certo. E olha que o que me motivou mais a fazer jornalismo foi a vontade de querer ser um vj da mtv. Dá pra entender isso?

Ai só me resta ler em casa o que tenho para não enferrujar e escrever no blog para não perder a prática. E mesmo assim ainda sinto que cai e muito de produção. As palavras somem, as frases ficam pobres, o texto vai ficando meio que sem nexo quando deveria atrais ainda mais. É difícil. E quando você fica no computador olhando sites para não ficar tão peixe fora d’água vem um e fala que você esta só gastando e tal.

Ah, como eu queria sair dessa!

Fico na minha

Às vezes você passa da conta, viaja na maionese?
E o que te faz voltar ao normal?

Bom, ontem um tática que funcionou comigo foi ouvir ``você não é tudo o que você acha que é’’. Dura né? Mas bem eficaz.

Tenho o incrível defeito (ou não) de ser crítico. Crítico com tudo. Não sei se já era algo intrínseco a mim e que só foi aumentando após os vários conselhos dos mestres de comunicação. Só sei que tenho essa coisa de criticar. Mesmo que eu não entenda, eu viro a cabeça para o lado, mudo minha feição e desço o sarrafo na coisa apresentada.

Se eu sei fazer melhor? Não, e nem me preocupo em saber fazer melhor ou não. Pelo pouco que sei sobre o que é ou não correto nas coisas, me sinto na posição de poder dizer a verdade sobre o que penso de cada peça criada, quer seja para escola, amigo ou igreja.

...

Perdi o fio da meada. Nem sei mais o que dizer. Sei lá, depois que ouvi essa frase fiquei meio baqueado. E nem sei se foi bom ou não ouvi-la. Mas pelo menos eu acordei para alguma coisa: crítico com os outros? Nunca mais. De hoje em diante as críticas que penso em fazer serão feitas aqui no meu blog, pois mesmo sendo um local público, é algo que só é visitado por quem quer. Como dizia os mais velhos, ``se não quiser ver estrelas, que não olhe para o céu’’.

Parangaricu

Dois dias sem postar. Espero que esse seja o meu recorde! Rs

Pois é, muita água rolou nesses dois dias. Mas pra falar a verdade nem tanta água assim.

Como havia prometido, fiquei pra pensar em qual seria a mensagem que Caetano queria passar na Diferentemente no trecho que em que ele afirma não acreditar em D-us. Creio que D-us ali seja o amor, já que a música parece ser mais uma dessas que tratam de relacionamento.

Mas pra falar a verdade não estou muito afim de falar de coisas passadas. Nem dos últimos dois dias que não postei pois por mais que minha cabeça tenha ficado presa na preocupação de postar, não me sinto tão a vontade assim para querer postar.

Nesse tempo sem postar pensei em fazer um texto sobre como acho ridículo essa coisa da tv comandar a vida do povo. Não sei porque mas depois que passei pela faculdade tomei um birra de tv que não tem tamanho. Sempre quando estou com a Déb, nos fins de semana, e nos rendemos aos programas dominicais noturnos vivo criticando a liberdade com que os programas de tv interferem na vida das pessoas. E acho mais engraçado como as pessoas permitem isso.

Parece mais um código de aceitação social. Não entendo. A que ponto chegamos. Ontem mesmo parei pra ver o fantástico. Tinha um quadro que não me lembro bem o nome, mas parece ser a liga das mulheres. Algo do tipo. Como não venho acompanhando, não sei se o problema em questão no dia vinha sendo discutidos há muito tempo. Mas que para mim era o fim da picada, era.

Um grupo de mulheres, entre elas uma que identifiquei como terapeuta familiar, via por uma tv, liderada por uma jornalista, o dia a dia de uma família composta por um marido bundão, uma madrasta pulso firme e uma adolescente que se preocupa mais com o numero de amigos que ela tem no orkut do que com a faxina da casa.

O objetivo desse bando de mulher era tornar mais amigável o relacionamento entre a madrasta e a menina. Conversa vai, conversa vem e quando menos espero uma das mulheres do bando estava na casa da família quase que mandando a menina fazer as coisas. Num tom que fiquei de cara. E a menina, claro, intimidada ora por estar na frente das câmeras ou sei lá mais o que, fazia toda sem graça o que a mulher pedia. Até dar abraço na madrasta. Absurdo!

Meus pais são separados e meu convívio com minha madrasta é totalmente normal. Só não trocamos receitas pois ainda não tive tempo de sentar e anotar como ela faz o sorvete caseiro e nem passei a receita da pizza que faço. Não nos abraçamos, não nos tocamos. Somos duas pessoas normais sem a intromissão da mídia. De onde veio isso? Da minha educação vamos dizer assim ‘’de berço’’.

Minha mãe, que foi traída por meu pai, nunca falou para eu ter raiva da minha madrasta nem nada. Nesse ponto creio que ao contrario de muita gente que se separa por ai, minha mãe foi muito forte. ‘’Não é porque estou com raiva de fulano que você tem que estar também’’, ela sempre dizia. E é assim até hoje.

Acho ridículo ver programas em que o povo manda carta para que um casal que entende de moda esculachar a pessoa em cadeia nacional jogando suas roupas dentro de uma cesta de lixo em troca de 10 mil reais para comprar novas. Acho podre programas que entram na casa de cidadãos comuns e fazem a maior ‘’revolução’’, deixando na mãos de pessoas como eu e você, que nada conhecemos daquela família, decidirmos se a família beltrano deve ou não economizar na carne, ou reciclar o lixo ou cortar os gastos com o lazer. Como assim?

Mas o que acho mais ridículo mesmo são as famílias que permitem tal coisa. Como elas podem se rebaixar a tal ponto? Deixam de ser indivíduos e passam a ser produtos da mídia. E ainda tem gente que fala que a mídia não obriga ninguém a nada, que isso é uma forma de acabar com essa via de mão única que se tornou a comunicação de massa. Ah, por favor né.

Mas não há nada a se fazer. Afinal, sou um em meio a muitos que pensa assim. Como forma de protesto resolvi parar de ver canais abertos de tv. Só vejo seriados norte americanos. Sim, os enlatados. Minha única forma de entretenimento. E mesmo assim eu não vejo pela tv. Baixo tudo pela Internet.

Bom dia!


Odeio quando alguém me deseja os bons que os turnos do dia proporciona. Sei lá, acho tão clichê, obrigatório. Meio repertório de texto decorado.

Enfim, hoje vou lá receber. Espero não ter nenhum contra tempo.

Como havia dito ontem, ouvi o cd novo do Caetano (zii e zie). Achei bem gostozinho. As faixas um e dois são bem convidativas para ouvir o resto do cd. Eu que nunca havia ouvido Caetano com atenção achei bem legal. Se você for ouvir desarmado vai adorar.

Uma que eu achei engraçada foi a faixa tarado. Muito engraçado mesmo. Fora a que me motivou baixar o cd, base de Guantánamo. Meu amigo DanDan, que tem um blog bacana e que você pode conferir na minha lista de blogs e site indicados, que cantou essa música um dia ao telefone e achei muito bacana.

Ontem também acabei de ver o filme Wall-e. não sei desde quando comecei a fazer isso mas estou com a diferente mania de as vezes, por causa do pouco tempo, começar a ver uma coisa agora e pausar para ver depois. Mas o Wall-e deve ter sido o campeão de espaço tempo entre o dia que comecei a ver para o dia que o conclui.

O que achei do filme? Lindinho. Muito bem criado e os efeitos nem se fala. Fora o nó na garganta que dá quando a Eva esta salvando a vida dele pela ultima vez e o Wall parece perder a memória. Nossa ali eu segurei viu...rs.

Enfim, agora estou acabando de ouvir o cd do Caetano (viu, eu dividindo de novo...rs) e já vou para o banho.

Estou numa encruzilhada entre meu lado A e B hoje: viajo para a roça ou ajudo o pedreiro na reforma aqui em casa? Depois falo o que decidi. Creio que hoje mato a saudade que senti do ML (o que significa? Só em off).

Para essa manhã de sexta deixo a música diferentemente, do novo cd do Caetano. Fora a parte que ele diz não acreditar em D-us, a música é gostozinha para um clima a dois. É, tenho implicância com essas coisas que vão contra a D-us. Mas se bem que de acordo com a letra, não sei se o Eterno ali esta realmente simbolizando a Divindade. Parece mais o capitalismo. Não sei. Vou ver direito e depois falo.

Bit+

Lado A


É, acho que nem tudo o que planejei deu certo....eis que volta o lado A.

Acabei indo fazer orçamento com minha vó e nem fui ver uma proposta de emprego. Pra minha sorte a pessoa não poderia ir também e re marcou. E a igreja que pensei que iria acabei nem indo. Misto de preguiça com cansaço.

Agora estou aqui ouvindo o cd ‘’men at work hits’’. Ta fresquinho. Acabei de baixar...rs. Parece ser bom. O ruim é que essas músicas meio antigas sempre faz com que tenhamos aquela lembrança da infância e tudo mais. E não sei porquê mas isso sempre me faz lembrar do meu pai. Tô com muita saudade dele. Acho que faz duas semanas que eu não o vejo. Queria tanto vê-lo agora.

Meu pai não participou muito da minha formação. Depois da separação e até antes mesmo eu passei mais tempo na casa da minha vó do que com meus pais. Por um lado foi bom pelo padrão de vida e educação que tive. Mas por outro me privou de saber como é ter pai e mãe morando na mesma casa, o convívio diário e direto com as pessoas que me geraram e tudo.

Mas como eu já disse no post anterior, tudo tem um porque. E o porque dessa situação é uma lição que irei levar para a vida toda. Não só uma lição como toda a minha formação critica, sentimental e religiosa. Como uma pedra pode alterar o curso de um rio?

E como meu rio é diferente....

Ainda sobre o cd, creio que quem ainda não baixou deve baixar. Mesmo que você tenha nascido depois de 1992 (não sei porque, mas sempre penso que quem nasceu na década de noventa ainda é criança pra mim. Parece que perderam tanta coisa boa na vida) e nem tenha ouvido alguma música deles durante algumas festas ou da casa do vizinho naquele som com um volume tão alto que entrava em casa durante as lições de casa sem pedir licença.

Eu nasci em 1987. Sinto que aproveitei o melhor de cada coisa. Não lembro muito bem de tudo o que vivi, mas sei que foi muito bom tudo o que passei e que ainda esta na memória. As poucas (ou muitas, não lembro) vezes em que viajei com meu pai e minha mãe de caminhão, das festas que meu pai promovia, de um dos meus aniversários, de um das festas de natal e virada de ano, do casamento da minha tia Márcia...

Gente, que saudade de tudo isso. Como a música pode nos levar a lugares tão remotos em nossa memória, né?! Incrível isso. E parece que cada vez que falo e ouço esse cd mais aumenta a saudade do meu pai. Acho que vou ligar para ele. Nem sei se ele vai estar dormindo ou não. Um, acho melhor não, pois uma vez liguei mais ou menos esse horário e ele reclamou que estava tarde. E olha que era pra desejá-lo feliz aniversário! Rs.

Você deve estar se perguntando porque não falei que sinto saudades da minha mãe. Bom, motivo simples: meio que não estamos nos entendendo muito bem. Acho que nunca tive uma relação muito boa com ela. Agora que ela esta longe acabou que a distancia me proporcionou a possibilidade de não ter que conversar, ou melhor, já que estamos falando da minha mãe, a distancia me possibilitou a não obrigatoriedade de ter que sempre ficar ouvindo e acatando tudo o que ela diz e acha certo.

Assunto chato esse...morre aqui.

Enfim, acho que vou tomar banho. Acabo de perceber que esse cd que baixei tem variação de volume entre as faixas. Parece que alguém simplesmente pegou todas as músicas que estavam na relação do cd, baixou e jogou tudo em uma pasta. Ponto fraco em baixar um cd é isso. Se bem que a Som Livre simplesmente fez isso também. Então, por que não confiar no mesmo serviço feito por outra pessoa? Rs.

Estou baixando o mais novo cd do Caetano Veloso. Depois falo o que achei. O do Ney Matogrosso eu achei fantástico. O do Marcelo Camelo achei uma coisa sem graça. Exceto (pasmem) a faixa que a Malu Magalhães canta com ele. Se não me engano o nome da música é jantar. Muito legalzinha.

Bom, ate daqui a pouco. Vou ver se baixo mais um episódio da segunda temporada de Gossip Girl pra ver hoje mais tarde. Se eu não dormir é claro.

Bit+

Colocando o disco pra rodar...

Enfim troquei!


Hoje dei inicio a minha vida de vinil. Sai do lado A.
Como ponta pé inicial troquei meu velho microsistem por um toca disco vamos dizer assim...vintage..rs.

Achei o máximo, embora ter tido a sensação de que de alguma forma eu sai perdendo nessa troca. Mas creio que não. Afinal de contas, eu nem ouvia música mais naquele aparelho e vira e mexe o cd não tocava direito. Pra minha sorte, durante a inspeção do dono da loja, o cd player funcionou direitinho...rs.

Creio que o sentimento de ter saído perdendo tem mais haver com o que eu realmente quero largar: o comodismo. Casei dessa fase de um lado apenas, o ‘’A’’ de acomodado. Quero entrar no lado ‘’B’’... batalhador ou qualquer outra palavra que você encontrar nesse nosso vasto vocabulário que tenha conotação positiva.

Pilhas de revistas e livros serão bravamente devoradas a partir de agora. Parece promessa, mas tem que ser realidade. Tenho que me colocar no meu devido lugar: agente pensante, formador de opinião, comunicólogo... adulto!

Pra falar a verdade creio que esse ponta pé foi dado ontem, quando ao ocupar uma posição profissional pela qual não me orgulhava exercer, ouvi palavras em tons que não se justificavam pelo valor moral e material oferecido. Como nos perdemos em meio a nossa caminhada, não?! Meu D-us, como me permitir chegar tão fundo assim?

Mas por outro lado acredito que tudo tem um porque. Esse incidente de ontem mesmo fez com que eu acordasse para a vida e começasse a correr atrás daquilo que realmente quero, gosto e sei fazer. Me fez parar pra observar como estava me vestindo e como isso alterava drasticamente a imagem pré concebida pelas pessoas sobre mim. Que ruim isso né?! Mas fazer o que se assim aceitamos desde o momento em que ligamos nossas tv's e babamos no sofá em troca de um entretenimento barato...

Bom, se me permitem, vou continuar tocando meu lado B... tenho que fazer orçamento de reforma com minha vó, procurar um emprego de verdade e organizar todo o meu trabalho desenvolvido ate agora para montar um potfolio. Além de encontrar com minha linda namorada e quem sabe ir à igreja com ela.

bit+

Inclusao digital

Eu sou contra!